Uma semana de personagens deslocados, fora do lugar, em situação incômoda. O destaque maior foi o homem acusado de falsificar documentos de identidade, que usou uma foto do ator Jack Nicholson no RG. O novo ministro da Pesca confessou que não sabe "nem colocar minhoca no anzol". O palhaço Tiririca avisou que cogita disputar a Prefeitura de São Paulo. E a Justiça exigiu que o clube Paulistano aceite um homem como dependente de seu parceiro.

Um RG com a foto do ator Jack Nicholson, emitido em Alagoas, apareceu entre os documentos apreendidos com um homem preso em Recife, acusado de cometer vários golpes. Ele portava diferentes documentos falsos e dizia que o RG com a foto de Nicholson era de um de seus sócios. O caso, não sem razão, ganhou repercussão internacional.
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Nomeado pela presidente Dilma Rousseff no esforço de acomodar um aliado ao governo, o novo ministro da Pesca, senador Marcelo Crivella (PRB), confessou ter pouquíssima intimidade com o tema: "Nem sei colocar uma minhoca no anzol", afirmou. "Eu preciso aprender muito. Conheço um pouquinho na teoria e muito menos na prática. Vai ser mesmo um intensivão", disse.
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Depois da confirmação de que José Serra vai disputar as prévias do PSDB com o objetivo de ser candidato à Prefeitura de São Paulo, a novidade foi a revelação de que o deputado federal Tiririca (PR-SP) também pode postular o mesmo cargo. "Prefeito do povão" é o slogan que o comediante já está usando dentro do Congresso, onde é saudado pelos colegas. "Vamos ver. O povo,na verdade,é que vai decidir isso", diz.
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A Justiça determinou que o centenário Club Athletico Paulistano, frequentado pela elite da cidade, inclua o cirurgião plástico Mario Warde Filho como dependente de seu parceiro, o médico infectologista Ricardo Tapajós, sócio do clube. A filha de Warde Filho também deverá ser incluída. O clube pretende recorrer da decisão. O estatuto do Paulistano entende como união estável apenas a relação entre homem e mulher.
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Por enxergar racismo numa das definições que o dicionário Houaiss dá para a palavra "cigano", o Ministério Público Federal entrou com ação na Justiça Federal em Uberlândia (MG) para retirá-lo de circulação. Segundo o MPF, a publicação contém expressões "pejorativas e preconceituosas", pratica racismo aos ciganos e não atendeu recomendações de alterar o texto, como fizeram outras duas editoras com seus dicionários.
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Para Caetano Veloso, é uma violação dos direitos de propriedade intelectual. Para a Odebrecht, responsável pelo condomínio de luxo, trata-se da tentativa de "referendar um importante movimento artístico, de grande representatividade na Bahia e no Brasil". O imbroglio já dura algum tempo e agora vai chegar à Justiça.
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Um incêndio destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz e matou dois militares, na Ilha Rei George. Segundo as primeiras avaliações, o acidente comprometeu 40% do programa antártico brasileiro e danificou 70% das instalações. A reconstrução demorará pelo menos dois anos, mas o programa antártico continuará funcionando.
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A Fifa anunciou que vendeu para a Globo, por valor não revelado, os direitos de transmissão das Copas de 2018 e 2022. Segundo a Record, a entidade havia se comprometido a realizar uma licitação, o que não ocorreu. "A Globo está mil anos-luz à frente da Record", justificou um executivo da emissora. "Arrogância típica de quem não tolera concorrência", respondeu a rival. Nos EUA, dois grupos pagaram US$ 1 bilhão pelos direitos destes mesmos eventos.
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Para espanto de seus frequentadores, o Hopi Hari reconheceu ter ocorrido um "erro crasso" no acidente que resultou na morte de uma menina de 14 anos. "Estava absolutamente clara [a interdição da cadeira], naquele dia. Mas alguém, inadvertidamente, num erro crasso, habilitou aquela cadeira", disse o advogado do parque de dievrsões. O Hopi Hari foi fechado por dez dias.
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Bióloga e pesquisadora do hospital Sírio Libanês, Juliana Dias foi atropelada e morta por um ônibus enquanto percorria a avenida Paulista de bicicleta. Segundo uma amiga, Juliana era uma pessoa engajada por condições de acessibilidade aos ciclistas, alegre e que acreditava "em mundo melhor". Segundo uma testemunha, a ciclista teria se desequilibrado e caído da bicicleta depois de discutir com o motorista de um outro ônibus, que a teria fechado no trânsito.
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